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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

 

AS 4 LEIS DA ESPIRITUALIDADE ENSINADAS NA ÍNDIA.

 

Desde o nascimento de crianças no território da Índia, são transmitidas quatro leis principais de espiritualidade para que se possa compreender melhor os acontecimentos da vida e se possa viver plenamente. São elas:

“A pessoa que vem é a pessoa certa”

Esta citação procura indicar que nada acontece por acaso em nossas vidas. Tudo aquilo que aparece por nossas vidas, principalmente a presença de certas pessoas, acontece de maneira intencionada. Ou seja, acredita-se que o surgimento de certas figuras são acontecimentos intencionais em prol de certo aprendizado e ensinamento.

“Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”

Os hindus acreditam muito naquilo que chamamos de “destino”. Ou seja, para eles, tudo aquilo que ocorre não poderia ter sido de outra forma. Qualquer acontecimento tem seu formato e momento corretos para que se possa viver a experiência mais rica e cabível ao período que se passa. Sendo assim, todas as situações são perfeitas como experiência e fonte de aprendizado para que uma futura etapa se concretize.

“Toda vez que você iniciar é o momento certo

Na mesma linha de pensamento, transmite-se a ideia de que o início de novas atividades, os ponta pés iniciais, são certeiros independentemente de quando aconteçam. Acredita-se que se as circunstâncias e energias permitissem que algo novo se iniciasse a partir de motivação pessoal, não há melhor momento que este para recomeçar.

“Quando algo termina, termina”

Assim como considera o início como acontecimento no momento certo, o fim é visto da mesma maneira. De não tão fácil aplicação, esta lei pressupõe que o fim de ciclos também são necessários e vem quando tem que vir. Neste quadro incluem-se mortes, perdas e fracassos, por isso é a lei mais difícil de ser considerada. Entretanto, se mostra como uma visão de força e maneira corajosa de encarar tanto perdas quanto ganhos como necessários, aceitando sua presença.





 

Quando eu era jovem parecia que a vida era tão maravilhosa, um milagre, oh ela era tão bonita, magica, e todos os pássaros nas arvores estavam cantando tão felizes, oh alegres, brincalhões me observando. Mas aí eles me mandaram embora para me ensinar a ser sensível, logico... oh responsável, prático! E me mostraram um mundo onde eu poderia ser muito dependente, oh clínico, oh intelectual, cínico! Tem vezes, quando todo o mundo dorme as questões seguem profundas demais para um homem tão simples. Você pode por favor. por favor me diga o que aprendemos, eu sei que parece absurdo, mas por favor me diga quem eu sou... Agora cuidado com o que você diz ou eles vão te chamar de radical, um liberal, oh fanático, criminoso! Você não vai assinar seu nome? Gostaríamos de sentir que você é aceitável, respeitável... oh apresentável, um vegetal...

Quem eu sou?

Quem eu sou?

Quem eu sou?